Cuidar antes de restaurar. Manter antes de substituir.
A clínica geral é o ponto de continuidade da saúde bucal: identifica problemas em fase inicial, trata dentes e gengivas, acompanha implantes e protocolos e organiza a estética sobre uma base de saúde e função.
A indicação de cada procedimento depende do diagnóstico clínico e, quando necessário, de exames complementares. Estética vem depois de controlar doença, inflamação e fatores de risco.
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Diagnóstico antes da proposta
Prevenção antes da estética
Manutenção de dentes e implantes
Cuidado longitudinal
A consulta de rotina pode evitar que um problema pequeno se transforme em um tratamento maior.
Clínica geral não é apenas “limpeza”. É o acompanhamento que conecta prevenção, diagnóstico, tratamento restaurador e encaminhamento para outras áreas quando necessário.
01
Avaliação e prevenção
Exame clínico, revisão de restaurações, gengivas, oclusão, implantes, próteses e hábitos. Exames de imagem são solicitados quando houver indicação.
02
Cárie e restaurações
Tratamento de lesões cariosas, troca ou reparo de restaurações, fraturas dentárias e perda de estrutura com abordagem conservadora sempre que possível.
03
Sensibilidade e desconfortos
Investigação de sensibilidade, dor ao mastigar, retenção de alimento, alterações de contato, pequenas fraturas e outros sintomas do dia a dia.
Revisões periódicas permitem reconhecer alterações antes que elas avancem para perda maior de estrutura, inflamação gengival ou comprometimento protético.
Sangramento gengival não deve ser tratado como normal.
Gengiva vermelha, inchada, com sangramento, retração ou alteração do hálito pode indicar inflamação. A avaliação periodontal define se o quadro está restrito à gengiva ou se já existe perda de suporte ao redor dos dentes.
Inflamação superficial que pode causar vermelhidão, edema e sangramento.
Condição com perda de suporte periodontal, que pode envolver bolsas, perda óssea e mobilidade.
Exposição radicular pode estar associada a sensibilidade e exige avaliação da causa e do risco de progressão.
O que pode fazer parte da avaliação
Avaliação de profundidade de sulcos/bolsas e sangramento.
Orientação de higiene e identificação de áreas de maior retenção.
Remoção profissional de cálculo e depósitos subgengivais conforme o diagnóstico.
Revisões com intervalo individualizado de acordo com risco e histórico.
Implante não torna o paciente “livre de manutenção”.
Dentes naturais e implantes exigem cuidados diferentes, mas ambos dependem de higiene, controle de inflamação e acompanhamento. Protocolos fixos também precisam ser higienizados e revisados.
01
Tecidos peri-implantares
Avaliamos sangramento, inflamação, profundidade de sondagem quando indicada e alterações dos tecidos ao redor dos implantes.
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Higiene profissional
Remoção de biofilme e depósitos com instrumentos e técnicas adequadas aos componentes implantossuportados.
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Prótese e oclusão
Revisão de contatos, estabilidade, componentes, parafusos e áreas de retenção que dificultem a higiene.
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Protocolos fixos
Orientação de limpeza sob a prótese, escovas interdentais, passa-fio ou outros recursos conforme o desenho da reabilitação.
Inflamação ao redor de implantes pode evoluir e comprometer os tecidos de suporte. A intenção é reconhecer sinais cedo e agir antes que a perda óssea avance.
Clarear é diferente de restaurar.
Antes de clarear, é importante avaliar cáries, sensibilidade, restaurações existentes e condição gengival. O objetivo é escolher uma estratégia compatível com o caso e com a cor das restaurações já presentes.
materiais restauradores como resinas, coroas e facetas não clareiam da mesma forma que o dente natural. Em alguns casos, após o clareamento pode ser necessário reavaliar restaurações visíveis para harmonizar a cor.
Clareamento em consultório
Realizado em sessões clínicas, com proteção dos tecidos e controle profissional da aplicação.
Clareamento supervisionado em casa
Pode utilizar moldeiras e gel orientado pelo dentista, com acompanhamento da evolução e da sensibilidade.
Estratégia combinada
Em alguns casos, as técnicas podem ser combinadas conforme objetivo, histórico e resposta individual.
Estética restauradora deve reconstruir forma sem perder função.
A proposta não é padronizar sorrisos. É corrigir perdas de estrutura, proporção, pequenas fraturas, desgastes, diferenças de forma ou restaurações antigas respeitando mordida, higiene e tecido gengival.
A
Resinas compostas
Restaurações estéticas diretas em dentes anteriores ou posteriores, conforme necessidade clínica.
B
Reanatomização
Ajustes de forma e proporção, fechamento de pequenos espaços ou correção de bordas quando houver indicação.
C
Reparo de restaurações
Nem toda restauração precisa ser integralmente substituída; em casos selecionados, reparos podem preservar mais estrutura dental.
D
Planejamento de cor
Clareamento, restauração e materiais devem ser organizados em sequência para evitar resultados desconectados.
Inflamação, cárie ativa, infiltração, problemas de higiene ou doença periodontal precisam ser controlados antes de tratamentos eletivos estéticos.
Uma consulta, um plano e uma próxima ação definida.
A clínica geral funciona como eixo de continuidade: trata o que precisa ser resolvido agora e organiza o acompanhamento para reduzir recorrência.
JZ
Dr. Jorge Zanan
Clínica Geral · cuidados periodontais · clareamento · manutenção de implantes e protocolos · estética restauradora
O acompanhamento é organizado para que prevenção, tratamento restaurador e manutenção façam parte da mesma jornada. Quando o caso exige integração com cirurgia, ortodontia, implantes ou outra área, o atendimento é articulado com a equipe do Instituto Orthognatos.
Dúvidas comuns
Sangrar ao passar fio dental é normal?
Sangramento recorrente merece avaliação. Ele pode estar relacionado à inflamação gengival e não deve ser ignorado apenas porque não há dor.
Quem tem implante precisa fazer limpeza?
Sim. Implantes e protocolos precisam de higiene diária e revisões profissionais. O intervalo de manutenção depende do risco, do histórico periodontal, da higiene e do tipo de reabilitação.
Clareamento muda a cor de resinas e coroas?
Não da mesma forma que o dente natural. Por isso, restaurações visíveis precisam ser consideradas no planejamento da cor.
Preciso trocar toda restauração antiga?
Não necessariamente. A decisão depende de infiltração, fratura, adaptação, cárie, função e estética. Em alguns casos, reparo ou polimento pode ser suficiente; em outros, a substituição é indicada.
Quer organizar sua saúde bucal e saber qual deve ser o próximo passo?
Conte o principal motivo da consulta. A equipe pode direcionar o atendimento para clínica geral, gengiva, clareamento, manutenção de implantes ou estética restauradora.
Saúde bucal não é um evento isolado. É acompanhamento.
Prevenir, tratar e manter evita que o cuidado recomece apenas quando surge dor ou falha de uma restauração, implante ou prótese.
